Sensor Ótico de Nitrogênio

MF 297 equipado com sensor óptico inicia aplicação de nitrogênio em taxa variável nas áreas do Projeto Aquarius em novembro as primeiras aplicações de nitrogênio com taxas variáveis ajustadasatravés de um sensor óptico.  O N-Sensor instalado no capô da cabine de um MF 297 Advanced identifica as  diferentes tonalidades de verde das plantas cultivadas enquanto o trator trabalha.Em tempo real ele informa ao distribuidor centrífugo as áreas do talhão que precisam mais ou menos Nitrogênio.O sensor óptico que começa a ser utilizado nesta safra nas áreas do Projeto Aquarius aumenta a lucratividade do produtor rural, pois ele passa a aplicar a quantidade exata de Nitrogênio em cada parte da lavoura, nem mais, nem menos. Para garantir esta precisão, o N-Sensor mede, durante o trabalho, o status nutricional das plantas e calcula na hora qual a real necessidadede fertilizante nitrogenado considerando o tipo de lavoura o solo, o clima e o estágio de crescimento.Iniciado há oito anos, o Projeto Aquarius de Agricultura de Precisão é fruto de uma parceria entre as empresas Massey Ferguson, Stara, Yara e Cotrijal -Cooperativa Agropecuária e Industrial com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O trabalho está sendo realizado em lavouras comerciais de Associados da Cotrijal na região de Não-Me-Toque (RS).

Mais informações sobre o Projeto Aquarius: www.ufsm.br/projetoaquarius
    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sensoriamento remoto para Agricultura de Precisão

   

Engenheiros da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, estão tentando levar ao extremo o conceito de Agricultura de Precisão. Eles desenvolveram uma nova família de sensores capazes de coletar dados de áreas agrícolas e transmiti-los para uma central de processamento que poderá acionar sistemas de irrigação e adubação automatizados.Os primeiros sensores desenvolvidos pela equipe do professor Ratnesh Kumar capturam - e transmitem por meio de conexões sem fios - dados sobre a umidade do solo, mas logo poderão receber também os circuitos necessários para capturar informações como temperatura e conteúdo de micronutrientes.O objetivo é construir sensores pequenos que possam ficar enterrados no solo, transmitindo seus dados sem precisar de antenas externas. Desta forma, sua operação não atrapalhará o trabalho normal na lavoura. Os protótipos medem 5 centímetros de largura por 10 centímetros de comprimento e contêm as antenas desenhadas no próprio circuito.Os sensores também transmitem informações sobre sua localização precisa. Assim eles podem ser localizados rapidamente caso seja necessário mudá-los de lugar ou substituir suas baterias. A rede de sensores agrícolas funciona com um espaçamento de 25 a 50 metros entre cada sensor, que pode ser enterrado a até 30 centímetros de profundidade.  Além de ajudar na Agricultura de Precisão, a nova rede de sensores também poderá ajudar os pesquisadores a entender melhor como a água se move ao longo de um campo, prevendo a dispersão de micronutrientes que, em excesso, podemser danosos ao meio ambiente. "Se os nutrientes estão acima do que é necessário não ajudam no rendimento da lavoura, simplesmente vazam para o meio ambiente" explica Kumar. Um dos desafios da Agricultura de Precisão é a coleta de dados com uma resolução alta o suficiente para que você possa tomar boas decisões. Estes sensores fornecerão dados com resolução muito alta. Eles poderão nos dar uma outra camada de dados para explicar as diferenças na produtividade e nos ajudar a tomar melhores decisões gerenciais", ressalta o pesquisador Stuart Birrell, da Universidade de Iowa. Agora os pesquisadores vão trabalhar na diminuição dos custos dos sensores, que foram construídos em escala de laboratório, para verificar a viabilidade econômica de sua colocação no mercado.

Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br

 

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